ouvindo material album 5 I

 sessões do dia 18 junho

Pensando melhor no título

Improviseasons

Improvisasons



1- Labdramas

Muito blocos

Tenho percebido muitas vezes na voz mais aguda funcionando como algo mais cordal. criando muros, paredes, blocos de sons.


2- Reptiliana

A segunda segue um roteiro de um riff mais claro. A voz de referência em slide repetitivo, a voz aguda reitera um fragmento de melodia, a terceira esperando para ficar mais evidente a partir do meio da peça. Três vozes mais independentes, como um trio de rock. 

3- Cantiga

mais com cara de uma canção com textura, voz solo e acompanhamento. A voz terceira como um contraponto melódico à primeira. As mudanças na linha de referência é que vão implodir essa lógica textural. uma implosão rítmica e de redistribuição dos espaços. Retorno da lógica depois da implosão, mas o retorno da implosão, agora duplicado na terceira linha. Uma das melhores coisas que já compus do ponto de vista de estruturas, blocos.


4- Você me ouviu?

A quarta é muito irônica. Começa bem despretenciosa, como algo que a gente já conhece. Aliás, essa estratégia da forma canção foi utilizada nas sessões do dia 18. Mas as pausas e as seções de contrastes vão redefinindo essa forma de canção. Seria o saturar esses padrões de consonância e de equilíbrio a ironia? Novamente a faixa de referência vai trazer a instabilidade.É tipo.a canção que não vai pra frente.

5- Trundras

essa busca expandir um movimento de base que perpassa a faixa. É muito mais elaborada em suas variações, que vão atravessando todos os outros violões. Parece algo de música popular. Depois de uma improvisação de jazz.




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