Semana sem registros
Outubro foi um mês fico em sessões. Ouvindo agora as duas sessões, e fazendo um contraste entre elas, ficam alguns pensamentos 1- a singularidade de cada dia de gravação . Cada dia de fato é único, irrepetível. As do dia 22, por exemplo, manifestaram a preocupação com o esgotamento dessa forma de criar cada faixa, tanto com os limites da criação, quanto com o modo de sua execução, com três gravações sucessivas. Ainda, junto desse esgotamento, estava a repetição dessa forma. As duas disposições são diversas e convergentes. A segunda se manifesta na percepção já durante a performance de haver se utilizado de uma densidade sonora em cada gravação valendo-se de muitos acordes/grupos de notas. Geralmente isso se dá com o uso reiterado de muitas batidas, de muitos riffs. Nesse dia 22/10/2025 eu percebi um cansaço, ou uma dificuldade de me livrar dessa estratégia de ir logo pro riff, ou seja, de tocar algo em alta intensidade e com muitas notas. Com isso, como são três gravações...